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domingo, 30 de agosto de 2015

Alek Wek – A refugiada africana que virou Top Model internacional




O livro é uma autobiografia de Alek Wek, o livro contou com a colaboração do coautor, Stephen P. Willians. O livro lançado em 2007 vai contar a história da modelo Alek Wek, e tudo que ela passou até chegar aos sucessos da passarela.
Alek Wek nasceu no Sudão, na cidade de Wau, no ano de 1977. Não se sabe ao certo qual o dia de seu nascimento. Vamos acompanhar toda sua luta pela sobrevivência durante a guerra civil na década de 80. A segunda guerra civil do Sudão teve inicio em 1983, quando Alek tinha 6 anos. Sua família ainda resistiu um tempo em Wau, até que com a guerra avançando, tiveram que fugir. Alek é a sétima filha de nove irmãos. 



Seus pais foram um exemplo de perseverança e coragem. Quando Alek tem 14 anos, consegue se refugiar em Londres, e é a partir daí que sua vida começa a mudar. Com 18 anos, Alek é descoberta enquanto fazia compras em uma feira de Londres.  Ela estava prestes a mudar a imagem de beleza que os Estados Unidos estavam acostumados.
Alek Wek é o tipo de livro que faz pensar o quão ignorantes são nossas preocupações. Alek sempre diz que a pobreza é relativa, as vezes você pode ter pouco, mas comparado a outras pessoas, você tem muito, então não tem o que reclamar. O livro também nos faz pensar que não existe futuro previsível, tudo pode acontecer independente de onde você vem, o que você tem, e como você.




Alek Wek foi a primeira modelo negra a estampar a capa da revista ELLE, e apesar do receio da revista, a capa foi um sucesso. Hoje Alek tem uma linha de bolsas próprias, a WEK 1933, e trabalha com projetos sociais na África.

Foi uma leitura bem rápida, fluiu muito bem, e eu gostei bastante. Recomendo se você é fã de biografias como eu.






sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Orphan Black - 1º temporada





Hoje eu vim aqui para falar de uma série um tanto quanto diferente. Criada por Graeme Manson e John Fawcett, a série canadense Orpahn Black estreou em 2013, com muitas críticas positivas, e logo foi indicada ao Globo de Ouro.
Descobri a série no Netflix , nunca tinha ouvido falar antes. A sinopse promete muito mistério e ação, logo me interessei. A primeira temporada tem dez episódios, cada um, com cerca de 40 minutos de duração.




Orphan Black conta a história de Sarah Manning, que depois de um tempo longe, volta para a sua cidade a fim de conseguir um dinheiro e levar sua filha embora, que no momento vive com a mulher que a criou. Logo quando chega, Sarah testemunha uma mulher se suicidar na estação de trem. O que a deixa mais chocada, no entanto, é que a mulher que se suicida é igual a ela. Em um impulso, Sarah rouba a bolsa desta mulher e vai embora.

Assim começa a primeira temporada. Sarah descobre que a mulher que se suicidou é Elizabeth Childs, e começa a se passar por ela, assumindo sua identidade, com a intenção de limpar as contar bancarias de Beth e fugir. Sarah conta com ajuda de seu irmão adotivo, Felix Dawkins (Jordan Gavaris) para lidar com toda a situação, e enganar aqueles que fazem parte da vida de Beth, como seu parceiro Arthur Bell (Kevin Hanchard) e seu namorado Paul Dierden (Dylan Bruce). Ao longo da série, Sarah descobre que existem mais mulheres que são iguais a ela. Nesta primeira temporada então acompanhamos Sarah e as outras mulheres nesta descoberta do que está acontecendo e por que elas são idênticas uma da outra. Enquanto elas investigam isso, tem que lutar para se salvar de alguém que está tentando mata-las.




A atriz que interpreta Sarah, Elizabeth, e todas as garotas iguais, é Tatiana Maslany. E ela é uma atriz excelente, devo dizer. A série tem aquele estilo de que nada é o que parece, e isso é o que mais entretêm. Eu adorei a primeira temporada, e já recomendo. A série já tem três temporadas lançadas, e a quarta tem previsão para 2016.
Se você gosta de mistérios e procura uma série diferenciada, recomendo Orphan Black. 




quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Invento – As revoluções que nos inventaram (OCA)





No último sábado, dia 22 de agosto, fui ao Parque do Ibirapuera a fim de ir assistir a exposição que se encontrava em cartaz na OCA. A exposição tinha como objetivo mostrar de uma forma inovadora invenções tecnológicas e culturais, as quais são indispensáveis no mundo atual. Logo quando cheguei vi um ferro de passar roupa, mas não um ferro comum, aquele foi o primeiro ferro elétrico, e é incrível como ele era diferente. Também expostos estavam três modelos de telefones públicos, os primeiros telefones públicos. Acredito que o que mais me impressionou foi uma obra de arte que estava no chão. Colorida, e vista de longe, poderia dizer que era um leque gigante, mas chegando mais perto percebi que a obra era feita com cartelas de comprimidos, para representar a farmácia, outra revolução que nos inventou.  
  
No segundo andar, já podemos acompanhar invenções mais recentes, eu diria. Como a primeira escova de dente, e a primeira lâmina de barbear. Ilustrando o cartaz da exposição, logo no segundo andar, nos deparamos com uma linda obra de arte feita com dois fuscas, representando os automóveis.
No ultimo andar, uma experiência sensorial nos transporta para outro universo. Caixas de som transmitem cada uma, uma língua diferente.




Como os próprios curadores da exposição dizem, é um museu de ciência criado por artistas. Foi uma ótima visita, e valeu muito a pena, a exposição é maravilhosa. Eu recomendo se você tiver a oportunidade de visitar. A exposição fica em cartaz até o dia 4 de outubro na OCA do parque do Ibirapuera, e o melhor, é gratuito!  



segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Carol – Patricia Highsmith (ou O Preço do Sal – Claire Morgan)




O livro me atraiu principalmente por seu comentário na capa “O romance que inspirou Lolita de Nabokov”. Eu ainda não li Lolita, mas fiquei bastante curiosa para descobrir o enredo da história. Escrito por Patricia Highsmith, Carol foi inicialmente publicado com o título de ‘O Preço do Sal’, e sob o pseudônimo de Claire Morgan. A autora preferiu usar um pseudônimo pelo conteúdo do livro, que iria tratar de um romance homossexual. O livro foi lançado em 1952, e a autora usou de experiências próprias para dar base à história do livro.
O romance vai contar a história de Therese, uma jovem garota que está trabalhando temporariamente em uma loja de departamento no período do natal. Até que entra na loja, uma mulher loira, que está atrás de uma boneca especifica para presentear sua filha. Therese atende a mulher, que diz se chamar Carol, e lhe da seu endereço para que a loja possa entregar a boneca. Therese desde o inicio fica hipnotizada por Carol, e em um momento de impulso escreve um cartão de natal e envia a Carol.
A história começa quando Carol volta à loja para saber quem lhe mandou o cartão. Aos poucos as duas vão se aproximando e começam a viver um romance, que vai passar por diversas dificuldades. Carol tem uma filha pequena, e seu ex-marido a proíbe de vê-la assim que descobre o romance com Therese.

Patricia Highsmith
É um romance lindo, e com todas suas idas e vindas. O que mais me chamou a atenção foi como a autora descreveu com naturalidade a história, e acredito que por isso o livro tenha tido tanta importância na época. Na década de 50, livros com histórias homossexuais sempre retratavam essas pessoas como deprimidos, suicidas, pessoas realmente diferentes. O livro de Patricia Highsmith foi uma mudança, e 
diversos leitores se sentiram libertos com a história. Eles enviavam cartas agradecendo, e dizendo que nunca haviam lido um livro que retratasse tão bem a homossexualidade.
Foi uma leitura maravilhosa e eu recomendo muito. Quanto à inspiração de Nabokov, ainda preciso ler Lolita para entender.

E novidades, este ano, Carol foi adaptado para o cinema, e foi apresentado no Festival de Cannes de 2015, com direção de Todd Haynes. O filme ainda não estreou aqui, mas esperaremos ansiosos, a estreia tem previsão para dezembro deste ano.




sábado, 22 de agosto de 2015

Cyberbully (BR: Bullying Virtual)




Um filme Canadense com direção de Charles Binamé. Estreou no ano de 2011. No Brasil o filme estreou em 2012 no telecine. Foi um enorme sucesso nos EUA.




O filme trata de um assunto, que o próprio título já diz, o bullying virtual, e como ele afeta aqueles a quem são prejudicados.

O filme vai contar a história de Taylor Hillridge (Emily Osment), que sempre se sentiu sufocada com toda a proteção que sua mãe a dá. No seu aniversário de 17 anos, Taylor ganha de presente um notebook, e vê com isso uma oportunidade de se libertar dos princípios de sua mãe, e poder usar a internet como todos os adolescentes de sua idade. Suas melhores amigas, Samantha (Kay Panabaker), e Cheyenne (Meaghan Rath) a incentivam a criar uma conta em uma rede social. A partir desse momento, Taylor começa a descobrir as possibilidades da internet, inclusive de se aproximar de um garoto do qual gosta, Scott Ozsik (Jon McLaren). As coisas vão muito bem, até que inventam mentiras sobre Taylor, e publicam na internet. Taylor começa a sofrer abusos constantes, e isso vai mudar toda sua vida.
O filme vai tratar de um assunto já bem comentado, e que querendo ou não é importante. Hoje em dia, a internet é o principal meio de comunicação, e os jovens estão conectados 24 horas por dia. O filme vai tratar da questão dos sentimentos de quem sofre esse tipo de ofensa.





É um daqueles filmes em que deveriam ser passados nas escolas. Eu achei o filme bom, apesar de sentir exageros em alguns momentos. Mas no fim, é um filme que me emocionou, e foi um bom passa tempo. Imagino que o público alvo seja os jovens que estão entrando na adolescência, e acho que é importante não esquecer de que o bullying ainda existe. 



quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Minhas Tardes com Margueritte (La Tetê en Friche)




Em uma de minhas buscas por um filme diferente, encontrei esta produção francesa: Minhas Tardes com Margueritte. Com direção de Jean Becker, o filme é uma adaptação do livro de Marie Sabine Roger, La Tetê en Fiche, que infelizmente ainda não há tradução para o português. O filme estreou em 2010.




O filme vai contar a história de Germain (Gérald Deardieu), um quebra galho que vive em um trailer, e não tem muito estudo. Um dia Germain conhece no parque, uma senhora chamada Margueritte (Gisèle Casadeus), que com seus 95 anos, morando em um abrigo para idosos, tira suas tardes para ir ao parque e ler. A admiração de Germain começa, quando descobre como a velha senhora entende e ama literatura. Aos poucos Germain e Margueritte vão se tornando amigos, e os livros vão entrando na vida de Germain, que semianalfabeto, nunca teve o hábito de ler.
Entre seus encontros com Margueritte, vamos acompanhar a vida de Germain, e como sua infância contribuiu para quem ele é hoje.




O filme é uma verdadeira história de amor entre uma senhora e um jovem rapaz. Uma história de amor diferente. Germain passa a ter um carinho e um respeito por Margueritte. É um filme que trata sobre a questão de se respeitar e cuidar dos idosos. O filme é lindo, achei a fotografia muito cativante.

É um filme para se assistir sozinho ou com a família, um filme gostoso e descontraído, que vai atrair muitos sorrisos. Vale a pena tirar um tempinho para ele. E eu espero aprender francês logo, fiquei muito interessada em ler o livro!   



quarta-feira, 19 de agosto de 2015

O Cristo dos Pagãos – Tom Harpur



Escrito em 2004, O cristo dos pagãos é um estudo sobre a veracidade da bíblia cristã. Antes de tudo, gostaria de dizer que respeito qual quer tipo de religião, fé ou credo.
Sempre gostei muito de estudar, e saber mais sobre religião. O livro me chamou a atenção por falar sobre a bíblia, algo que conheço bem pouco.
Tom Harpur é um teólogo, jornalista, formado na Universidade de Toronto, que trabalhou para o jornal canadense, Toronto Star, por doze anos escrevendo sobre religião. Ele atualmente escreve uma coluna regular para jornais de Ontario.  Harpur começou sua carreira como sacerdote anglicano.
No livro Tom Harpur vai nos trazer todos os mistérios, e perguntas as quais a bíblia não pode responder. Ao longo do livro, vamos acompanhando todas as semelhanças entre as religiões, inclusive sobre lendas e mitos egípcios nas quais passagens da bíblia foram baseadas. O livro, pode parecer, mas não é um livro ateu. Tom Harper acredita que deus seja uma atividade poderosa dentro da alma de cada um. É um pensamento de que deus é espiritual.


O principal ponto é a crítica à igreja. Como a igreja, tornou fases míticas da bíblia em ‘fatos’, e usou disto para crescer e conseguir mais fiéis no Século III d.C. . Também percebemos incoerências gritantes em diversos relatos e no pano de fundo como um todo da história da bíblia.
Em minha opinião, o livro tem pouco a acrescentar. Achei que alguns fatos são bem interessantes, mas no geral, me incomodei bastante na forma que o autor expressa sua opinião. Há certos pontos do livro, em que o autor é muito egocêntrico, e sinto que ele não quer apenas passar um conhecimento, mas influenciar o leitor a pensar como ele.
Achei também, que é citado mais fragmentos de outras obras do que o que Tom Harpur tem a dizer por si próprio. No fim foi uma leitura válida, mas que com certeza não foi a melhor.





segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Dragão Vermelho – Livro x Filme




Continuando meus posts sobre os livros de Thomas Harris, venho hoje falar do primeiro livro que o jornalista escreveu que contava com o tão consagrado personagem Dr. Hannibal Lacter. O livro foi escrito em 1981, e só foi ter um grande sucesso após o lançamento do segundo livro ‘O Silêncio dos Inocentes’.




O livro vai ter como detive principal Will Grahan, o homem que prendeu Hannibal Lacter. O romance policial desta vez tem como enredo a história de duas famílias que foram assassinadas, e apesar de morarem em lugares diferentes, não se conhecerem, suas mortes seguem um padrão. Surge então um novo serial killer, o qual o F.B.I se junta a polícia para resolver esses crimes.
O livro não tem Hannibal Lacter como personagem principal. No livro ele é apenas um coadjuvante que aparece em alguns momentos. Apesar da capa do livro ter estampado Hannibal, Thomas Harris leva o foco da leitura para o assassino procurado Gay Dentuço ( como foi apelidado pelos jornais), ou como o filme preferiu chamar, o Fada dos Dentes.




O filme estreou em 2002, com direção Brett Ratner, e segue a risca a história do livro. Alguns detalhes foram alterados, como o apelido do assassino. A produção também usa de Hannibal Lacter (Anthony Hopkins) como publicidade para a divulgação do filme. No filme Hannibal deixa de ser um personagem coadjuvante, e aparece em muitos momentos da história. O filme vai ter Will Grahan estrelado por Edward Norton.
Apesar de todas essas mudanças o filme não me incomodou, na verdade foi até melhor que o livro em minha opinião. O livro foi totalmente cansativo, e eu me decepcionei bastante. Sinto que Thomas Harris ainda estava muito ‘cru’ neste primeiro livro. Depois de amar o Silencio dos Inocentes, Dragão Vermelho foi uma grande decepção. O filme diferente do livro me surpreendeu muito, acho que a produção e direção do filme teve muito sorte com essas pequenas alterações. Desta vez, o filme para mim, foi melhor que o livro.



sábado, 15 de agosto de 2015

O Jogo da Imitação – The Imitation Game




Com direção de Morten Tyldum, o filme foi lançado em fevereiro deste ano. O filme é uma adaptação do livro ‘Alan Turing: The Enigma’ escrito por Andrew Hodges. O filme baseado em uma história real vai contar a história de Alan Turing, e como ele fez toda a diferença na vitória da segunda guerra mundial.

O filme vai se passar durante a segunda guerra, o professor Alan Turing (Benedict Cumberbatch), um matemático excêntrico, se junta a uma equipe britânica para desvendar a enigma, uma maquina na qual, mensagens criptografadas por alemães são enviadas com coordenadas de navios, e assim os submarinos possam atacar os adversários. As configurações da Enigma, são alteradas todos os dias, e assim eles tem 18 horas por dia para decifrar as mensagens.
Alan Turing é um gênio, mas com seus problemas para trabalhar em equipe. Ele vai contar com a ajuda de Joan Clarke (Keira Knightley), uma jovem inteligente que se junta a equipe e lhe mostra que para conseguir decodificar o Enigma, ele vai precisar de ajuda. Correndo contra o tempo, e desafiando aqueles que não acreditam, Alan inicia seu projeto de construir uma maquina que possa entender e desvendar o Enigma. 



O filme é maravilhoso. A atuação de Benedict Cumberbatch é excepcional. O filme vai nos mostrar a história verídica do que foi o primeiro ‘computador’. Alan Turing era um gênio.

Eu recomendo muito o filme. E estou louca para ler o livro, e conhecer mais a fundo a vida deste matemático que viria a mudar o rumo da história do mundo. 



quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Mr. Nobody




Filme Belga, lançado em 2009, com direção de Jaco Van Dormael, Mr. Nobory é um filme maravilhoso. Um drama que com certeza vai mexer com sua concepção. Assisti a esse filme, por indicação do meu irmão, e me surpreendi bastante. É o tipo de filme em que você tem que prestar atenção em todos os detalhes, e ainda assim vai levar um tempo para começar a entender.
O filme ganhou diversos prêmios, inclusive como melhor filme.




O filme vai contar a história de Nemo Nobody (Jared Leto), que um dia acorda no ano de 2092, e sem se lembrar de nada, descobre que em um mundo imortal, ele é o último mortal da terra, e está fazendo 118 anos. Aos poucos, Nemo vai se lembrando de sua vida, desde a infância. Quando Nemo está com nove anos, seus pais se separam, e ele tem a difícil escolha a fazer, se vai embora com sua mãe, ou ficará com seu pai. A partir daí começamos a entender o filme, e é a partir deste momento também que a vida de Nemo vai ser dividida em várias realidades diferentes.

O filme vai tratar a teoria das cordas, que diz que o universo possuía nome dimensões espaciais e uma dimensão temporal, quando houve o Big Bang, foram criadas três dimensões, enquanto as outras seis formaram uma única dimensão. O tempo é a dimensão em que vivemos, e o filme vai tratar de como Nemo distingui realidade de ficção.
Eu adorei o filme, confesso que assisti duas vezes, para poder entender melhor. E foi ainda mais incrível na segunda vez. O filme trata da questão da escolha, o famoso efeito borboleta, suas escolhas vão determinar seu futuro. Possuí um final surpreendente e libertador. Eu recomendo, e se você gosta de filmes nos quais é preciso pensar e entender, com certeza vai gostar.




Queria dizer também, que a trilha sonora do filme foi muito bem escolhida. As musicas te ajudam a entender a história, e são lindas. É um filme que vale a pena!






terça-feira, 11 de agosto de 2015

Clube dos Cinco (The Breakfast Club)





Um clássico dos anos 80, que teve muita importância para o cinema juvenil na época, é um dos filmes de ensino médio, mais importantes para a história. O roteiro escrito pelo diretor John Hughes, foi concluído em apenas dois dias. Gravado em 1984, o filme estreou, em fevereiro de 1985.




O filme vai contar a história de cinco jovens, que são castigados a passarem um sábado inteiro na detenção da escola. Sobre a supervisão de Richard Vernon (Paul Gleason), os alunos são instruídos a ficar quietos, e a escrever uma redação de no mínimo mil páginas, explicando quem são eles. O mais interessante do enredo, é perceber as diferentes personalidades dos alunos. Andrew Clark (Emílio Estevez) é o típico atleta da escola. Claire Standish (Molly Ringwald) é a princesinha do baile, a garota popular. Brian Johnson (Anthony Michael Hall) é o ‘nerd’. Allison Reynolds (Ally Sheede) é uma garota quieta, que não fala, e não tem amigos. E John Bender (Judd Nelson), é o garoto problema.




Durante as oito horas em que são obrigados a ficar detentos na biblioteca, muita coisa acontecem, e vamos conhecendo os problemas em que cada adolescente tem que lidar. O filme ficou famoso, por representar os diferentes grupos sociais das escolas, e entendemos que cada um tem seus motivos para viverem como vivem, e fazerem o que fazem.
A linha principal do filme é entender cada um dos cinco, e perceber como as pessoas que estão ao redor deles são influencias das quais eles não querem ter em suas vidas. Eu achei o filme muito bom, em diversos momentos me emocionei. Se você gosta de filmes clássicos, e até mesmo filmes adolescentes, com certeza vai gostar. Um filme com dramas na medida, e um toque de comédia.



Eu já comentei aqui no blog, sobre outro filme do diretor, e atuação de alguns dos atores deste filme, caso se interesse. Gatinhas e Gatões (Sixteen Candles)


domingo, 9 de agosto de 2015

5 Indicações de livros com Pais marcantes


Hoje é dia dos pais, e nada mais justo do que indicar cinco livros com pais marcantes. Cada um é um tipo diferente de pai, e esse é o mais bacana, nenhum pai é igual, mas todos são únicos, com seus jeitinhos. Hoje, aproveito para deixar aqui o meu agradecimento ao meu pai, que sempre foi um exemplo e sempre tive muito orgulho. E claro, um feliz dia dos pais, a todos aqueles que cuidaram e amaram seus filhos.



O primeiro livro que eu tenho para indicar é ‘Fique onde está e então corra’, do John Boyne. Esse livro vai contar a história do Alfie, um garotinho de nove anos que embarca em uma aventura, a fim de encontrar o pai que foi para a guerra. O livro é um infanto juvenil delicioso de se ler. O mais bonito, é que mesmo Alfie tendo poucas lembranças, ele tem as lembranças mais felizes, e é isso que o faz querer ir atrás de seu pai, onde quer que ele esteja. Eu já comentei sobre ele aqui no blog, caso queiram saber mais.




A minha segunda indicação é um livro que posso dizer, é um dos meus preferidos da vida. A menina que roubava livros. Esse maravilhoso romance, narrado pela morte, e vai contar a história de Lisel Meminger. O livro se passa durante a segunda guerra mundial, e Lisel vai morar com uma nova família quando sua mãe, uma comunista, é perseguida pelo nazismo. Um casal que aceita ficar com Lisel passa a serem seus pais adotivos. O pai desta história não é de sangue, mas ama tanto sua nova filha, que isso não importa. Lisel que era analfabeta aprende a ler com o pai, e cria uma relação notável com os livros. É linda a relação que Lisel tem com seu pai adotivo. Sempre pensei que pai é quem cria, e o livro mostra justamente isso.




Minha terceira indicação é Um gato de rua chamado Bob. Esse delicioso livro autobiográfico vai contar a história de James, um ex-morador de rua, que um dia encontra um gatinho em frente seu prédio e passa a cuidar dele. Bob, seu novo gato, muda a vida de James para sempre. Ele passa a trabalhar e ganha um motivo para sair das drogas e lutar por uma vida mais digna. James não é pai biológico de uma criança, mas as vezes um pequeno animal pode sim mudar nossa vida. Acredito que James seja um pai para Bob, ele cresceu, e passou a trabalhar para cuidar de seu novo amigo, e me diz, não é isso que os pais fazem?



Minha quarta indicação é ‘A filha do Louco’. Confesso que fiquei com bastantes dúvidas se esse livro seria uma boa indicação. Mas acho que existem todos os tipos de pais, inclusive aqueles que nunca iremos entender por que motivos fazem o que fazem. ‘A filha do Louco’ é uma releitura do clássico ‘A ilha do dr. Moreau’, e vai contar a história pelo ponto de vista de sua filha, Juliet. A garota vive sozinha em Londres, desde que seu pai precisou fugir e sua mãe faleceu, pouco tempo depois. Ela sempre acreditou que seu pai havia morrido. Até que um dia Juliet se encontra com Montgomery, um garoto que trabalhava em sua casa quando criança. Ela então descobre que seu pai esta vivo, e Montgomery sabe onde ele está em uma ilha afastada. Sem ter nada a perder Juliet vai atrás do pai, e aos poucos vai descobrindo que ele não é bem quem ela imaginava ser.




Minha ultima indicação é um mangá, ‘GEN’ de Kenji Nakazawa. Esse mangá vai contar a história de Gen e sua família, que vivem em Hiroshima, em plena guerra, no ano de 1945. Vamos acompanhar todo o drama que sua família vive, já que seu pai é totalmente contra a guerra, e assim é acusado por todos de antipatriota. O pai de Gen tem princípios admiráveis, e mesmo com toques cômicos o livro é bem triste.


Bom, essas foram minhas indicações de livros com Pais marcantes. Eu espero que vocês tenham gostado. E um Feliz dia dos Pais a todos os tipos de pais!   


quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Hot Girls Wanted




No inicio era para ser um documentário tratando do consumo masculino de pornografia nos campos universitários, até que os produtores ficaram curiosos sobre como tantas garotas jovens queriam entram nesta indústria.
Um documentário original do netflix, que trata do universo pornográfico online. Dirigido por Jill Bauer e Ronna Grauds, me prendeu pela sinopse e resolvi assistir. O filme teve lançamento no Sundance Film Festival, e estreou no netflix em maio de 2015.
O documentário vai acompanhar a vida de cinco garotas, que tem entre 18 a 25 anos, que são artistas no mundo pornográfico. O filme mostra toda a vida destas garotas e como entraram no ramo dos filmes pornô, atraídas pela proposta de dinheiro fácil. É chocante a quantidade de jovens que procuram esta oportunidade. Acompanhamos principalmente duas jovens, de 19 anos, Rachel Bernard, que saiu de sua casa em Illinois, e Tressa Silguero, de 18 anos, natural do Texas. Elas acabaram de chegar a Miami Beach, e vão viver com mais outras garotas na casa de um agente de pornô amador. Temos em vista todas as questões pelas quais essas garotas tem que lidar, incluindo como contar a família com o que elas vivem.

Os sites pornôs são um dos mais acessados da internet. Milhões de pessoas assistem a filmes pornôs amadores todos os dias. E Hot Girls Wanted, ressalta que os filmes pornô são feitos em sua maioria para homens. E o machismo que existe nestes filmes é evidente. O filme mostra como a mulher vira um pedaço de carne, quando entra em cena.  Eu achei que o documentário foi muito bem produzido, e trata de um assunto tão pouco comentado.Se você procura um documentário interessante e bem escrito, recomendo muito. Vemos que dificilmente uma jovem atriz pornô dura mais que três meses nesta profissão, e entendemos o porquê, já que o dinheiro é tão fácil. Vale a pena assistir.


 

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Gatinhas e Gatões (Sixteen Candles)






Filmada a maior parte em Chicago, Gatinhas e Gatões é um filme de comédia dos anos 80. Dirigido por John Hughes, estreou em 1984, com Molly Ringwald como protagonista. Hoje já é considerado um clássico juvenil.
O filme vai contar a história de Samantha Baker (Molly Ringwald), que está fazendo 16 anos. Sam esperou a vida toda por seu aniversário de 16 anos, assim como a maioria das garotas, ela sonha com uma festa, com muitas pessoas, e espera que sua vida mude. Sua empolgação logo acaba, quando Sam percebe que todos da família esqueceram seu aniversário por que sua irmã mais velha se casará no dia seguinte. Para piorar seu dia, Sam deixa cair no chão um questionário anônimo em que ela diz qual garoto gostaria de ter sua primeira vez, Jake Ryan (Michael Schoeffling). Acontece que o questionário vai parar nas mãos de Jake. Jake é o típico galã da escola, que tem a namorada mais bonita, e é popular. Ao mesmo tempo acompanhamos Ted (Anthony Michael Hall),um calouro descolado, que quer sempre se mostrar para os amigos. Ele tenta ficar com Sam boa parte do filme, enquanto ela o rejeita. Até que ele descobre seu amor por Jake e resolve se meter.




Sam passa todo o filme apaixonada por Jake e achando que ele nem sabe que ela existe. Então com ajuda de Ted, Jake e Sam começam a se aproximar.
Senti em alguns momentos do filme que havia vários estereótipos. No caso de um chinês que aparece no filme, e é totalmente desnecessário, em minha opinião foi um personagem criado para ser ofensivo aos asiáticos. Também acompanhamos o uso de uma garota bêbada, uma espécie de abuso, que no fim é ‘concertada’.
Temos também, uma péssima tradução de título, mas no geral é uma verdadeira comédia romântica, com idas e vindas, e vários clichês. Mas achei bem escrito, as piadas não são as piores, e eu consegui me divertir bastante. É um bom filme para passar o tempo, e dar umas boas risadas.