Cherry é um filme que me
surpreendeu bastante. É uma produção independente e estreou em 2010 no South by
Southwest Film Festival. Gravado nas Universidades de Kalamazoo e Western
Michigan, o filme conta com o protagonista Kyle Gallener.
Cherry é um romance diferente, ainda que com os famosos clichês
de temáticas universitárias, quebra diversos paradigmas. Vamos acompanhar a
história de Aaron (Kyle Gallener), um típico ‘nerd’ que acaba de entrar na
universidade de engenharia. No auge de seus 17 anos, Aaron precisa lidar com
sua mãe ‘super protetora’ e com seu novo colega de quarto, que é totalmente seu
oposto.
Longe de sua mãe, começa a perceber que tem liberdade de
viver sua própria vida. Ele conhece Linda (Laura Allen), uma mulher mais velha,
que com seus 34 anos, têm um espirito alegre e jovem. Ela tem uma filha, Beth
(Brittany Robertson), com 14 anos, uma adolescente revoltada que se mostra
muito mais forte do que realmente é.
Não demora muito para o garoto se encantar pela jovem
mulher mais velha. A história fica complicada, Aaron descobre que Linda tem um
namorado, e Beth se declara, dizendo estar apaixonada pelo garoto. A partir daí
acompanhamos esse triângulo que rende problemas e dúvidas.
Eu adorei o filme. Não tinha muitas expectativas, mas me
cativou muito. A atuação dos atores é muito boa, e os diálogos bem construídos.
O final me decepcionou um pouquinho, mas nada que estragasse toda a experiência.
Gostei muito de o personagem principal não ser um galã, e ao mesmo tempo
conseguir ser interessante. A principal questão do filme é discutir a
possibilidade de paixão entre idades diferentes, e se realmente é importante
pensar que alguém é muito velho, ou muito novo para um relacionamento. Eu
recomendo, é um romance divertido, com uma pitada de drama. Vale a pena
assistir.




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